Juro que não vou começar o post perguntando: “O que é que a Bahia tem?”.

Mas… eu quero saber, quem é que não ama da Bahia? Ninguém, né?

Como, desde a adolescência, já fui diversas vezes, a diversas cidades, já fiz de tudo (inclusive já fui a trabalho!): já acampei, aluguei casa, fiquei em hotel e em casa de amigo.

Não sei quando será a próxima vez que irei. Mas quando for, já sei onde vou querer ficar.

Zank Boutique Hotel, é o nome do lugar.

Situado no Rio Vermelho, em Salvador, o charme do Zank fica por conta do resgate a referências de nossa cultura, em especial, como não poderia deixar de ser, a baiana. Afinal, o valor de viajar está justamente em poder experienciar os modos de viver e a cultura de onde está indo.

O arquiteto Marlem Vilela, preservou o antigo casarão e construiu um anexo supermoderno. Só este fato já valeria o post, pois o mais comum hoje é tudo ser destruído e substituído por construções neoclássicas. Mas, não paro por aqui, afinal para uma verdadeira brand experience, a decoração e o serviço contam muito.

Reponsável pelos ambientes únicos de cada uma das 20 suítes, Judith Pottecher, a designer de interiores, não decorou nada! Ela criou atmosferas que pudessem transmitir a estética brasileira que chama de puzzle pop tupiniquim. Inspirou-se na índia Catarina Paraguaçu e no artista Rubem Valentim, para citar os que mais me emocionaram.

O hotel ainda conta com uma biblioteca, recheada com literatura de Cordel. Luxo total.

Com cada suíte mais charmosa que a outra, foi difícil escolher a que eu vou ficar, mas a eleita foi a modernista. Olha só essa cama!

Assim, merecidíssimos os prêmios que vem concorrendo e recebendo, como o World Travel Awards, o Oscar da hotelaria.

Ah, um detalhe, eu nunca fiquei num Resort All You Can Eat… ugh!

 

por Cristina Tolovi

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