Em uma das minhas visitas ao blog Jogo da Velha, do caríssimo Mr. Winnig, encontrei esse vídeo feito pela famosa consultoria Trendwatching sobre o sentimento das pessoas em relação às marcas.

Fala-se muito em amar marcas, seguir marcas, adorar marcas. Acontece q as pessoas não amam marcas, elas apenas se identificam com o q elas oferecem. Pessoas amam seus companheiros, filhos, pais. Pessoas amam pessoas. A tão citada Apple, por exemplo, é admirada pela simplicidade desenvolvida na tecnologia de seus produtos. Isso não impede q as pessoas q dizem ser seguidoras da “mação de Cupertino” comprar um Lenovo, por exemplo.

Tá certo q as marcas são feitas por pessoas, empresas são feitas por pessoas. Apesar de sugerirem uma personalidade, elas não SÃO pessoas. Eu não atingirei um funcionário do Burger King pq acho mais saudável comer no Subway, por exemplo. As pessoas constituem empresas buscando basicamente seus sonhos pessoais – qndo isso se distancia, procuram algo q façam-nas retornar ao caminho. É uma relação diferente a q flui entre marcas e pessoas.

As pessoas consideram as marcas mais de uma vez pq, além da identificação, ela consegue entregar os benefícios procurados. A Zara, por exemplo, dá acesso às tendências mundiais da moda com roupas de qualidade razoável e preços permissivos. Quem espera uma confecção exclusiva e de excelente qualidade irá procurar (e pagar) por uma marca de alta costura, por exemplo.

A gestão da marca deve primar pela autenticidade. Sempre teve. Mas atualmente, com mais e mais facilidade de acessar informações a toda hora, em qualquer lugar, essa sinceridade é um atributo q deve estar no cerne das companhias.

“Miguézinhos”, mentirinhas e “João-sem-braço” são tão anos 80, não?!

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