Pegamos o case da germânica Viva na curva.

Em conversa com minha amiga Cris Tolovi, fui alertado para a semelhança da marca com o concretismo brasileiro – mais exatamente a poesia concreta de Augusto de Campos. Vejam só:

São tão próximos q nos fez questionar se eles teriam bebido dessa fonte. Segundo ela, “a letra I do Viva Vaia está muito mais bem resolvida e é de 72″.

Concordo. E acrescento outra questão: qual a distância entre referência, coincidência e cópia?

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