Você foi enganado esse tempo todo e talvez nunca tenha percebido. E pior: foi enganado por você mesmo.

Segundo uma pesquisa feita por Barry Schwartz, não importa o que você faça sempre estará insatisfeito e para determinar isso ele ainda cita o paradoxo das geléias na qual duas empresas oferecem geléias, uma com 24 sabores e a outra com 6, eis que com 6 sabores vende mais, isso porque na primeira empresa sua escolha é 1 em 24 e na segunda é 1 em 6.

Outra pesquisa feita por Dan Gilbert, mostra que a grande virtude do ser humano é a capacidade de se posicionar no futuro sem nem mesmo estar lá.

Outro pesquisador Richard Lucas, fez uma pesquisa que mediu o nível de felicidade das pessoas e colocou isso em uma escala de 0-10, descobriu também que a média de nossas felicidades gira sempre em torno de 7,28.

Em um artigo que saiu na Superinteressante, o autor afirma que a felicidade é um truque e nada mais óbvio analisando as informações acima que chegar a essa conclusão uma vez que o corpo humano precisa te insatisfazer para fazer você “sair do lugar”.

Imagine o seguinte, você é um ser humano 7,28 na escala da felicidade quando você come, faz sexo, ou seja, quando você esta na base da pirâmide das necessidades seu nível de felicidade sobe, libera serotonina e dopamina fazendo seus neurotransmissores ficarem “viciados” naquela ação e isso te ajuda a sobreviver no meio. Se você fosse um ser humano nota 10 em felicidade seu corpo não teria “métodos” para te indicar o que você deve fazer, pois o método que ele usa é te deixar infeliz.

Chegamos então finalmente na seguinte questão: “Ter menos faz você poder escolher entre menos possibilidades e conseqüentemente mais feliz?”.

Se considerarmos o céu como o 10 em nível de felicidade então o cabeludinho de 2000 anos atrás tinha toda razão, “é mais facil um camelo passar no buraco de uma agulha!”.

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