Não é segredo para ninguém q sou corintiano. Mas esse post não é sobre o time do coração, mas sobre as ações (ditas) de marketing feitas pela instituição.

A grande importância do marketing num projeto de branding é sua capacidade de segmentação, abertura (e mensuração) de canais, precificação e, justamente, a criação de produtos. Porém tudo isso tem q estar embasado em algo simples chamado posicionamento de marca.

Ao contrário de muita gente, acredito q o posicionamento proporciona oportunidades para qualquer marca. Ele é o norte de tudo, a bússola. Da comunicação aos produtos. Portanto, não é tudo o q pode ser feito, mas o q pode ser feito é praticamente tiro certo. Devemos pensar nele como um elástico q, se esticarmos muito, pode estourar. Esse rompimento é justamente o q estamos vendo com a marca desse clube de futebol.

Inicialmente vimos o lançamento da agência de viagem para vender jogos do time, o investimento do carro na Superleague Formule e também na Stock Car – sem contar as diversas campanhas com a fornecedora de materiais esportivos Nike (“Sou mano do Mano” foi dureza, mas passou). Até aí tudo bem, ações ligadas ao torcedor e aos esportes.

Acontece q depois do Navio do Centenário, do computador PC Timão, da linha de cosméticos e da cachaça A Corinthiana, a última é a carne licenciada pelo time – q será lançada essa noite.

Até entendo q o licenciamento é uma ótima oportunidade, mas ao esticar desse jeito não há estratégia de marca q aguente sem ruídos. Alto lá, gente! Sabemos q o Corinthians (independente de torcida aqui) é uma marca abrangente, q vende bem, mas tá na hora de preservá-la.

Quando o assunto é a exposição, uma marca pede sempre qualidade e nunca quantidade.

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