A compra de direito do uso de nome é uma estratégia utilizada para atrelar empresas/produtos à eventos, geralmente culturais e esportivos. A expressão está bastante em evidência por conta da busca insana de uma empresa q aceitasse essa condição para o Itaquerão. Em vão, pois o nome popularizado, principalmente através da imprensa, já pegou.

Uma questão q restringe demais essa excelente oportunidade de apoio em nosso país é a negativa da Globo, inegavelmente a maior audiência do país, em divulgar o nome dos patrocinadores. A política da emissora carioca reza que só podem citar nomes de empresas que tem acordos comerciais com eles. Portanto é possível dizer Toyota, BMW, Ferrari, mas evitam falar Red Bull, Rexona (vôlei), Arena Kyocera (na época), Copa Santander Libertadores, Paulistão Chevrolet 2012…

Pois enquanto uns tem poucos, outros tem demais. A Indy, evento norte americano q tem sua etapa anualmente no Brasil, tem em seu nome 2 patrocinadores. E me assustou justamente qndo ouvi no rádio uma chamada para a “Itaipava Indy Trezentos Nestlé”. Achei bom pelo lado comercial, porém extenso demais pra criar qualquer tipo de vínculo ou lembrança.

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