O ápice de uma partida de futebol é, apesar do modelo ‘empateiro’ da atualidade, o gol. Ali q os jogadores atingem os objetivos e os torcedores apaixonados deliram.

 

Diversos grandes jogadores eternizaram esse momento ímpar em suas comemorações. Pelé, o maior de todos, com seu soco no ar, Sócrates corria com o punho fechado em riste, seu irmão Raí sincronizava o salto com um soco, Neto jogava-se de joelhos, Viola trazia toda sua irreverência (a imitação do porco é inesquecível), Ronaldo apontava o dedo, o religioso Kaká levanta as mãos e agradece aos céus, mais recentemente os meninos da Vila sempre inventavam uma dancinha. Enfim, os exemplos são inúmeros.

 

Cheguei ate aqui pra falar sobre a ação controversa da Rede Globo, através do seu semanário Esporte Espetacular, do João Sorrisão. Eles conseguiram interferir nos momentos mais importantes das partidas (pra quem não soube: quem fizesse um gol e imitasse o João Sorrisão na comemoração ganhava um boneco). Isso, aparentemente, entusiasmou tanto os boleiros q tinha até goleiro comemorando defesa de pênalti. Muito mais q isso, os filhos, q antes pediam um gol aos pais, certamente passaram a pedir o boneco tb. Quer motivação maior?

Por ser uma opção do jogador (e não imposição) e apesar da terrível homogeneização, achei a ação excelente e muito bem estruturada, além de dar uma baita dor de cabeça para as emissoras rivais.

Agora, porém, atingida pela “padronização” do momento (e a falta de criatividade), a própria emissora mudou o formato da promoção. Será q, na verdade, uma ação desse tipo tb não tem q saber a hora de parar?

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