O início do texto do Saulo Mileti no Brainstorm#9 sobre essa mudança já resume bem essa alteração:

O Multishow tomou vergonha e mudou a identidade.

Realmente eles precisavam tomar uma providência contra essa elipse datada, né? A tipografia tb não tinha mais nada a ver com a representatividade do canal hj. A cor até q passava…

O Multishow por muitas vezes foi taxado como uma opção à MTV, seu maior concorrente. E, mesmo com apenas um ano de diferença na criação deles, a versão musical da Globosat conseguiu emplacar, ganhar notoriedade e certa independência há pouco tempo. Logicamente q ser uma extensão de entretenimento da Rede Globo ajudou muito – os 20 minutos a mais de BBB logo após o programa na TV aberta já rendeu recordes de audiência para o canal. Toda essa reformulação, essa cara nova q encontraram (posicionamento?), já não “ornava” mais com aquele visual ultrapassado.

Agora sim, a identidade tem aderência com a empresa, com o serviço. Com uma solução gráfica relativamente simples, conseguiram deixar o canal com uma cara bem mais contemporânea, de acordo com o meio q nos proporciona, por exemplo, programas q revelam bons nomes para o humor ou uma transmissão completa do Lollapalooza no Brasil.

A paleta de cores é bem completa e auxiliam no desenvolvimento (e reconhecimento) das vinhetas.

Será q esse “MSW” pega? Eu acho bom – me passa uma sensação aparente de equilíbrio na tipografia.

Enfim, eu gostei bastante. E a lição mais valiosa desse caso é q não existe um tempo pré-definido para revisar uma marca. O importante é perceber a situação “pedindo” essa alteração e ela ser coerente com tudo isso sem perder a essência.

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