Um dos formatos mais comemorados no design atual é, sem dúvida, o moving brands. Traduzindo, as marcas com movimentos.

Marcas são orgânicas e por isso permite que seus formatos sejam mutáveis, adaptáveis ou dinâmicos.

Os maiores exemplos de marcas que utiliza desse tipo de artifício são da empresa britânica chamada justamente Moving Brands. Tive a oportunidade de conhecer o trabalho de perto e posso afirmar que muito mais que o conhecimento técnico, o engajamento no processo é algo que faz muita diferença para eles. Além de apostar geralmente em soluções geniais. Como esse vídeo da Swisscom indicado por meu amigo Roger Oddone, também entusiasta do movimento nas marcas:

Tudo isso me faz pensar se os profissionais brasileiros teriam condições (leia-se culhões) para propor algo dessa forma para uma marca relevante no mercado.

Criar algo que faria uma grande diferenciação no mercado parece longe do que vemos atualmente. E não falo somente pelos profissionais de design, mas pelo conservadorismo que se faz presente no empresariado. Ousar parece demais. Mas é justamente a diferença entre o bom e o brilhante.

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