Como é fácil de perceber em outros posts, minha percepção é que o empresariado brasileiro é demasiadamente conservador. E acaba responsável pela morte de boas idéias. Dois cases que me chamaram a atenção justamente pela ousadia foi a mudança de marca da RTVE – Radio e Televisón Española – e da Pepsi.

A Pepsi citada em post anterior, sobre a guerra das marcas, tem na veia essa vocação de estar sempre a frente. Além da questão dos ataques constantes ao concorrente Coca Cola e da meritocracia adotada em sua operação nacional (via Ambev), ainda tem os lançamentos do refrigerante com limão Pepsi Twist, do refrigerante com energético Pepsi X, do pseudo refrigerante H2OH, entre outros. Agora lança sua nova identidade visual.  Moderna, próxima dos consumidores, viva. A cara da empresa.

A RTVE não é um caso que eu conheça profundamente. Não sei qual estratégia e qual a imagem que eles tem no país de origem. Também não sei como querem se posicionar. Mas acredito que uma empresa que se propõe a tratar de informações e entretenimento (tv e rádio basicamente) necessariamente precisa estar alinhada com o que há de mais moderno, seja em seu posicionamento, na sua atividade diária ou na sua identidade visual. Esse é um caso de evolução – em que grande parte das redes de tv brasileira precisavam se inspirar.

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Seja na evolução ou na revolução, o importante é que atualmente é muito difícil encontrar cases tupiniquins brilhantes. Ousados. Aí não podemos reclamar quando empresas como a ‘Oi’ ou a ‘Vivo’ leva a criação da sua marca para fora do país. Capacidade nós temos. Porque está perdida?

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