Acompanhamos pelo noticiário o caso de doping do recordista mundial e medalhista olímpico César Cielo. Realmente é um choque para quem assistiu e torceu tanto para as conquistas desse atleta brasileiro.

Com sua excelente performance, o nadador conseguiu alcançar status merecido de grande atleta procurado por grandes patrocinadores. E conseguiu até angariar empresas, através de sua imagem, para outros esportes aquáticos – assim como as federações.

Infelizmente veio o triste caso do doping, agora em maio. O que coloca uma mancha na brilhante carreira do atleta. Na esteira do caso estão quem julga e quem apoia.

Vale ressaltar que em nenhum momento eu duvido da palavra dele, dizendo que não utiliza substâncias para aumentar seu rendimento. Compreendo que realmente pode ter sido um erro na manipulação, como diz a defesa. Acontece que disso para uma advertência apenas, ocorre uma tremenda injustiça.

Estou com o jornalista Flávio Prado, que diz em seu blog que a lei passou por cima de decisões que já deixaram parados atletas como a ginasta Dayane dos Santos e a triatleta Mariana Ohata. E continuo concordando com ele que julgamentos não devem ser diferentes pelo prestígio e conta bancária.

Pensando na imensa possibilidade da Corte Internacional interceder na sentença branda dada pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, como é que ficam os diversos patrocinadores dos atletas? Mas pior que isso é como ficam as marcas que apoiam uma entidade que julga com diferença os atletas pela proximidade de um campeonato mundial, pela alavancagem financeira que eles trazem com sua representatividade e pela estrutura que eles tem?

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