Estava cá refletindo com meus botões e juntando algumas informações q tenho, olha só q coisa mais maluca o q acontece com as maiores fusões de bancos ocorridas recentemente no Brasil: o Santander tem dificuldades para “livrar-se” da marca Real externamente (lembrando q o ABN tentou, mas não conseguiu), q é muito próxima e querida pelas pessoas e clientes, porém internamente os colaboradores preferem todo conhecimento e facilidades de um dos maiores bancos do mundo; do outro lado o Itaú conseguiu facilmente deletar a marca Unibanco externamente, não existia tanto apego assim (pelo contrário até), porém junto aos colaboradores ainda é bem difícil juntar o melhor das duas culturas pois ambas estavam (ou estão?) extremamente enraizadas.

Será q alguma empresa pensa nisso no momento de fusão e/ou integração?

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