A mudança da marca de eletrodomésticos, eternizada por ninguém mais ninguém menos q Tati Quebra Barraco, não foi assim tão radical. Foi uma evolução muito próxima do q existia.

Simplesmente colocou curvas nos ângulos geométricos da tipografia, fez uma curva no traço q antes era reto abaixo e trocou a cor vermelha por um tom roxo. (Pronto, acabou o post! Hahaha)

Como repito a tanto tempo aqui, não sabemos o quanto do caminho do projeto foi proposto pela consultoria e o quanto foi “travado” pelo cliente. Mas numa análise superficial, bem de fora do projeto – como ver da estratosfera algo q acontece em sua rua – gostaria de expor duas reflexões q não consigo entender:

1) A marca antiga não tinha assim algo q fosse tão proprietário q justificaria uma manutenção de elementos nela.

2) É uma marca de varejo e, como tal, tem uma quantidade de razoável a boa de pontos de contato com o consumidor. Ou seja, qualquer mudança (por mais radical q fosse) teria muitas possibilidades de ser construída e assimilada pelo público em um razoável espaço de tempo.

Além disso, essa solução gráfica me remete ao logo antigo de sua concorrente Consul – q tb simulava um sorriso amistoso em seus elementos, veja:

Será q ninguém fez uma pesquisinha básica no Google pra ver isso? Ou será q a estratégia é ser follower da marca da Whirlpool mesmo?

Enfim, mais um projeto com alto potencial de representatividade e q – pelo menos enquanto não vimos a linguagem visual q a envolve – não acrescenta muita coisa. Infelizmente!

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