Fiz uma reflexão que gostaria de compartilhar. Como a pronúncia dos nomes das empresas muda dependendo da região.

Comecei a matutar sobre isso ao lembrar da entrada da marca de cosméticos francesa Sephora no Brasil. O mundo todo pronuncia ‘SÊFORRÁ’, mas aqui não é raro encontrar pessoas q viajam e dizem q visitaram a ‘SÉFORA’. Não há nenhum problema de certo ou errado nisso, só uma questão de inserção das características da língua nativa ao nome estrangeiro. Mas é curioso.

Aqui, por exemplo, ‘STARBÃQUIS’ transforma-se em ‘ISTARBUQUIS’. E quem nunca viu alguém chamar ‘MÉQUIDONALDIS’ de ‘MAQUIDONALDIS’?

Um caso (ainda) duvidoso é a NOKIA, a maioria das pessoas dizem ‘NÓQUIA’ mas até hj tem gente que arrisca um ‘NOQUÍA’. Vai saber.

Mas o caso mais emblemático pra mim é a rede francesa (tb!) de lojas de materiais de construção Leroy Merlin. Logo q iniciou as atividades algumas pessoas falavam o nome à européia ‘LERRUÁ MERLAN’, mas logo foi abrasileirado para ‘LERÓI MERLIN’.

Enfim, devem existir outros exemplos q não me lembro agora. Mas tudo isso é pra mostrar como os nomes se adaptam à características regionais (na China deve ser bem pior…hehehe) e como isso é fundamental para deixá-la mais próxima das pessoas. Só não esperem q eu faça biquinho pra dizer onde eu vou comprar parafuso, não!

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