Não é déjà vu. Eu já falei sobre isso aqui no Garimpo. Foi no longíquo outubro de 2009, leia aqui. Faço minhas palavras de 2009 as mesmas de hoje.

E a fórmula se repete: chega o verão e as cervejarias enchem a programação de palhaçada. É aqui que retomo minha reflexão de quase meia década atrás: como construir uma marca dessa forma?

Esses exemplos da Itaipava (com filme sem graça que traz o cara correndo na areia quente), da Nova Schin (com um “porque sim” que não entrega), e da Kaiser Radler (um esquimó falando “tá calor pra Kawaca”) provam bem essa “escassez conceitual”. Assista e tire suas conclusões:

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...