Todo início do ano a Rede Globo traz para sua programação o reality show, auto-intitulado campeão de audiência, Big Brother Brasil. Antes q voe a primeira pedra, eu acompanhei sim a maior parte das edições, e acompanho a atual. Vale lembrar tb q não estou aqui para analisar a qualidade da produção.

Além da tradicional veiculação de filmes nos intervalos ou dos chamados patrocínios do programa, notei o número consideravelmente maior de ações onde as marcas e seus produtos interagem com os participantes. Acho essa prática mais interessante e envolvente do q as mais conservadoras. Ver os benefícios acontecendo com “gente como a gente” (teoricamente), facilita a identificação e humaniza. Ainda com respaldo da teoria, ali está representada uma realidade q, mesmo dirigida e potencializada, fica mais próxima do real e mais longe do previsível do q tramas com roteiros pré-definidos ou propagandas endossadas por celebridades, afinal.

A moto não liga, Michel?

A moto não liga, Michel?

Cheguei até aqui, enfim, para lembrar do ocorrido em uma prova apoiada pela marca Honda, q acompanhei em tempo real. Na oportunidade a empresa japonesa apresentava seus modelos de motos com motores flex, os primeiros do mercado. Excluindo a explicação do atabalhoado apresentador (ou explicação atabalhoada do apresentador), o q vimos foi um show de gafes q me fez pensar nesse post. O resultado, independente de julgamentos, foi uma prova confusa com o resultado final alterado por erro da produção – o q já trouxe ruídos na exposição. Ao justificar a mudança no resultado final aos participantes, além da clara frustração dos antes ganhadores, deparamo-nos com outro lapso: as pessoas não conseguiam ligar a moto! Será q o produto é assim tão complicado?

Complicado, na verdade, é o fato de sujeitar a marca (e o produto) a uma ação q pode virar prejuízo. Será q vale a pena correr esse risco?

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