Renovar o portifolio de uma marca, para q ela continue sua evolução no próprio ou em um novo segmento, é algo comum no mercado. Certas marcas usam essa modalidade para confirmar seu posicionamento, outras para q sua reputação alavanque outros negócios. Esse tema, apesar de usual, gera algumas polêmicas – há uma corrente q defende q a extensão vai contra o esforço feito para construção da marca-mãe, deixando a percepção sobre ela difusa.

Minha visão é q a extensão é uma boa saída qndo estruturada com coerência. Marcas não são pedras, então elas precisam ter certo grau de adaptabilidade (com coerência) – mas tudo tem limite. Certa vez alguém me questionou se essa “coerência” q eu tanto falo (baseada no posicionamento) não seria uma barreira, um limitador e citou q a BMW nunca lançou carros modelo pickups pois não condizia com o posicionamento dela. Nesse caso, é bem provável q ainda não se encontraram formas de fazer um produto (pickups) q fosse uma máquina de dirigir (como são os carros BMW) e se tivessem, estariam de acordo com a marca sim. Estariam fora se a marca alemã resolvesse lançar uma linha signature de guitarras Les Paul, por exemplo. Isso é a cara da Harley Davidson. Se fosse pra lançar guitarras, a BMW estaria mais para uma Ibanez (características bem técnicas, uma máquina de tocar).

Enfim, cheguei até aqui pq em uma visita ao supermercado por acaso observei qnto a marca Alpino cresceu. Durante muitos anos ele foi somente aquela pecinha única, redonda e alta (e deliciosa), de chocolate. Hoje, segundo o site da Nestlé, são 13 produtos q levam a chancela. Vai desde o tablete triplo até pó para cappuccino, todos criados dentro dessa retidão q eu, chato, tanto prego.

Fico feliz em ver a marca como centro catalisador desse crescimento dentro do negócio. Isso nos oferece um novo (e excelente) case para ser estudado. :|:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...