Guara_americana

Estamos vendo nesses tempos coisas q, num passado nem tão distante assim, era algo impensável no futebol: a mudança de cidade e nome de um time. Primeiro aconteceu com o ex Grêmio Barueri, q virou Grêmio Prudente; agora com o Guaratinguetá, que virará Americana Futebol.

Acredito q, na proposta de clube-empresa, a mudança é algo natural. Uma empresa migra para onde as condições de atuação são melhores, sem dúvida.

Mas o futebol é feito de emoções. E, além da capacidade técnica, o q o fortalece são seus seguidores. Uma empresa também não deixa de ser feita de emoções, já q – além dos seus produtos – o q a deixa realmente forte é a relação de sua marca com as pessoas. Até entendo q o grande negócio dos donos seja a compra e venda de jogadores, mas qual é o profissional deseja fazer o máximo pelo time (q te paga, não q vc tenha adoração) em um estádio vazio?

Tem uma grande diferença q, para mim é fundamental: uma empresa muda mas continua com o mesmo nome, a mesma essência, as mesmas crenças. Será q é necessário mesmo um time mudar de nome toda vez q migra de cidade? O Grêmio Barueri/Prudente não poderia apenas chamar-se Grêmio Paulista ou Grêmio Futebol ou Grêmio Brasil, independente de onde atue? O caso do (agora) Americana Futebol é pior, pois muda o nome, o escudo, a mascote e um pouco as cores.

Acho legal o desenvolvimento de clube-empresa, apoio a mudança de cidade, mas com outro nome q ligação com as pessoas esse time vai criar? Quem vai torcer pra ele? Desnecessário, né!

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