Todos acompanham o caso da gigante Unilever e seu produto Ades. A contaminação de uma parte da produção vai deixar um arranhão na marca por certo tempo. Erros acontecem. Mas estou aqui pra falar dos acertos.

Antes vale lembrar q, nessa hiperconectividade q vivemos, poucos conseguem se safar dos deslizes cometidos. Por isso q a gestão da marca deve ser coerente em todas suas manifestações. O comportamento dos usuários da internet de hj costuma fazer com q, muitas vezes, assuntos reverberem mais do q deveriam – ou alguém duvida q essa imagem q achei no Facebook rodará por muito tempo?

Como a empresa se posicionou rapidamente e tomou as providências q eram necessárias com bastante agilidade, parece q a ferida não será profunda. Apesar dos hits do Google ainda assinalarem isso no momento, a postura de assimilar bem o golpe conseguiu refletir no público.

Falo isso pq ouvi a entrevista de um consumidor (quem mais importa) na BandNews hj q dizia: “é uma empresa idônea q cometeu um erro, então vou dar um tempo e mês q vem estou consumindo normalmente”. E esse sentimento me parece ser o mais presente nas redes sociais – apesar dos já esperados falastrões amparados pela anonimato digital.

Creio q essa experiência da Unilever/Ades seja um belo case positivo dessa “era do compartilhamento” – onde a empresa cometeu a falha, assumiu e fez td corretamente para q nenhum outro consumidor fosse prejudicado. Vai atingir a marca? Sim. Mas, em minha opinião, só de raspão.

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