Não é somente a Zara q está sofrendo com isso. Gigantes e aclamadas, como Nike, Apple, Adidas, já levaram o mesmo golpe. Se começarmos a listar, o negócio fica complicado.

Existe até uma “lista suja” de empresas envolvidas nesse tipo de prática (é só dar um Google nesse termo). Eu disse envolvidas pq não há com descolar as companhias de seus fornecedores. Eles são parte integrante do processo, por isso tb é necessário ter muito cuidado nessa escolhas. São como uma extensão, colaboradores agregados ao negócio. Por isso, vc já pensou se seu fornecedor compactua com seus ideais?

Quando eu fiquei sabendo do caso Zara estava, por coincidência, utilizando uma camiseta da marca. Juro q me senti um pouco financiador disso. Hj, ao escolher uma roupa, já olhei esquisito para as da Zara. Com a Nike minha relação é distante um pouco tb por causa disso. Posso listar um tanto de marcas de tênis q já comprei desde a adolescência, certamente não me lembro de nenhum dessa marca.

Enfim, tô querendo chegar na seguinte questão: quem é q vai boicotar iPads, iPhones, Air Max, ou grifes q tb entraram nessa recente investigação (Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d’Água e Tyrol)? Quem vai deixar de abastecer num posto ou em outro? Quem vai desfazer o negócio da casa própria? E o pior: quem é q daqui há algumas semanas não vai esquecer disso? Nesse caso eu tb não me garanto.

O necessário caminho da empresa pelo lucro deve ser feito com muito cuidado. Não adianta cortar custos em troca da vida das pessoas. Além de ser um ato abominável, certamente alguém vai descobrir e repassar a história. E manchar uma reputação, mesmo q falsa. Não é muito mais simples uma gestão dos terceirizados a partir da plataforma de marcas, alinhando-os com suas crenças, princípios, valores e essência?

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