Nova marca Medial

Posted on julho 27th, 2010

Folheando a revista Exame, como é de praxe todos os meses, me deparei com um anúncio da operadora de planos de saúde Medial falando sobre os resultados positivos após ser adquirida pela Amil. Ali também estava apresentada a nova marca da operadora.

medial_compare

No mesmo anúncio explicam que a marca “espelha o ótimo momento da empresa e foi inspirada nos ícones da Medicina e na parceria colaborativa com todos os nossos públicos de relacionamento. Queremos ser vistos como uma empresa mais ágil e mais moderna, uma empresa que seja reconhecida pela sua capacidade de inovar”.

Vamos ser honestos, não dava pra piorar o q tinham antes. Mas já que querem ser reconhecidos como ágeis e modernos, poderiam ter ousado mais. Na minha opinião ficou morno (quase frio), poderia ser muito mais quente – para aproximar-se realmente das pessoas.

Obs: Vale lembrar que não tenho informação de quem foi o responsável pelo projeto. Se alguém souber entre em contato, por favor.

Como as marcas se comunicam

Posted on julho 13th, 2010

Econtrei esse vídeo ao navegar pelo site Saia do Lugar. Bem objetivo, ele ilustra de forma clara como funciona a comunicação hoje em comparação a outras décadas. Um clique q vale a pena.

O preço do freela

Posted on julho 12th, 2010

Muito bom o tema desse livro de André Beltrão, destinado a falar um pouco de gestão financeira para designers de uma maneira simples. Uma parte importante (basicamente o resultado de tudo) e q muitas vezes é relegado.

“Manual do Freela: Quanto custa meu design?” – André Beltrão (Editora 2AB) – R$29,90 + frete

Via Mundo do Marketing.

Nova Technicolor

Posted on julho 12th, 2010

Famosa por aparecer na apresentação de diversos filmes, a marca agora tem uma linguagem mais próxima do mercado cinematográfico ao simular uma barra de cores. A profundidade é utilizada sem firulas e direto ao ponto – em meu ponto de vista essa é a grande sacada, visto q é uma marca aparece basicamente em meios eletrônicos o q permite mais flexibilidade e ganha muito em movimento.

Projeto da Gyro:HSR.

Via BrandNew.

Até onde vai o superlativismo da propaganda?

Posted on julho 8th, 2010

Falamos aqui no post anterior sobre o amadurecimento da economia brasileira e, consequentemente, dos consumidores também.

Isso me instigou a outra reflexão, entre imagem e realidade. A propaganda de ontem, ainda muito utilizada por aí, trazia diversos adjetivos para jogar a reputação do produto para o alto. Muitos “melhores” e “mais” rondavam-nos diariamente, principalmente nos PDVs. Porém as pessoas buscam cada vez mais pelo q é real. A verdade, independente do q seja, está muito mais fácil de ser alcançada dentro do mundo hiperconectado q vivemos. Não adianta, por mais escondido q algo possa estar sempre terá alguém para encontrar, replicar e criar ruído.

Daí o meu questionamento: será q, independente do apelo, já não passou a hora da comunicação se adequar às pessoas e não esperar pelo contrário?

Embates entre marcas: o Brasil está mais maduro?

Posted on julho 6th, 2010

Essa é uma questão de resposta única há um tempo atrás: “o consumidor brasileiro não gosta de briga entre marcas”. Isso fora tantas vezes repetido q virou verdade.

Quem não se lembra do (talvez o mais) polêmico caso entre Zeca Pagodinho x Nova Schin x Brahma lá no longíquo ano de 2003?

Depois disso a economia brasileira mudou bastante, está mais sólida e com diversas possibilidades. E nesse momento presenciamos novamente algumas brigas entre marcas em nosso país. As duas maiores acredito q são: Santander/Real x Itaú/Unibanco e Rayovac x Duracell.

A primeira, entre duas das maiores instituições financeiras do país, não tem exatamente uma faísca q indica o início (quem sabe a corrida pela integração durante as fusões). Mas, como mostramos aqui (e tomamos partido), os espanhóis (agora sustentáveis) chamaram o banco dos clãs Setubal e Moreira Salles para o desafio. O Itaú briga com o Bradesco pela liderança do mercado nacional e esse movimento do Santander pode ser para tentar se colocar ali entre eles – ou, numa visão um pouco mais romântica, para mostrar as pessoas q são mais Banco Real q Santander.

Fui pego de surpresa no PDV pelo segundo desafio. Não acreditei na coragem da Rayovac, famosa pelas suas amarelinhas baratas, em partir para cima da Duracell, q se posiciona como a energia mais duradoura (até no nome). Logicamente q a Rayovac não entrou na briga com as amarelinhas, mas com suas alcalinas. O q vai sair daí não sei, mas o movimento parece forte com hotsite no ar, twitter e muita campanha (principalmente no ponto de venda, o momento de decisão da compra).

Percebendo isso e não vendo reações adversas como no passado, passei a refletir sobre a pergunta q está no título: será q o amadurecimento da economia leva ao amadurecimento dos consumidores e, por consequencia, a tolerância aos embates entre marcas no mercado?

A concorrência geralmente beneficia quem consome, então só nos resta assistir.

Pq a loja do Corinthians é em frente ao ponto de ônibus, do São Paulo na Oscar Freire e do Palmeiras no Palestra Itália?

Posted on julho 1st, 2010

lojas times

Certamente a tardia estratégia dos times brasileiros de futebol em criar lojas temáticas traz ótimos resultados. O torcedor apaixonado sempre vai atrás dos produtos oficiais do seu clube de coração e todos realmente gostam de estar em um espaço dedicado somente a ele. É um exemplo de experiência no PDV (quem nunca foi, vale a pena – independente do time q torce).

Agora a resposta da pergunta acima pode ser resumida em uma palavra: POSICIONAMENTO. As lojas tem de estar onde estão os torcedores, portanto as do Timão estão sempre em locais mais populares mesmo (é o time do povo, afinal!), as lojas do Tricolor em pontos nobres (é um time considerado “de elite”) e as do Alviverde dentro do seu reduto (local dos imigrantes italianos), onde tudo (tudo mesmo: bares, casas, etc) é verde.

Está certo q estamos longe das sofisticadas ações de mkt esportivo q acompanhamos nos grandes centros (como USA, Espanha, Itália e Inglaterra), mas já damos passos importantes em direção a uma conduta mais profissional.

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