Casa nova!

 

Pessoal, estamos de casa nova.

A partir de hj, com todos os problemas técnicos resolvidos, estamos no garimpodeideias.com.br utilizando a plataforma Tumblr.

Por aqui continuarão os posts antigos como arquivo para pesquisa e para a posteridade :P

Aguardo todos logo ali no link acima. Hehehe!!!

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O design para os dentes

Calma! Isso não é mais um profissional banalizando a palavra design.

Na verdade logo q me deparei com esse produto, o fio dental da marca Edel White, já imaginei fazer um post sobre. Mas, como sempre, resolvi testar antes.

Eu realmente não sei se a empresa familiar suíça (segundo o próprio site) tem essa ‘pegada’ de design q digo, mas posso adiantar q eles o fizeram muito bem – mesmo q sem querer.

Olha só: além da embalagem ser muito melhor para usar q as tradicionais quadradas, o fio é chato para não machucar os dedos e utiliza uma coloração específica, não por estética, mas para ficar mais fácil de acompanhar a higienização entre os dentes brancos.

Eu achei genial!

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Q qualidade horrenda

 

Acho q uma coisa q 11 em cada 10 (é piada, viu!) interessado por gestão de marcas concorda é q nunca, jamais, de forma alguma deve-se utilizar as formas (ou a tipografia) da própria marca para construir outro símbolo (ou outra marca, ou algo do gênero). É muito difícil q dê certo, crie uma lembrança ou conexão com a marca mãe.

Parece q o pessoal da Toyota não ouviu falar disso, pois na campanha “Qualidade para seu caminho” eles ‘desconstroem’ a marca da montadora para criar uma letra ‘Q’ desnecessariamente feia.

Uma marca tão forte não precisava desse artifício, né?

Confira o vídeo abaixo:

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Guias das Melhores Práticas de Branding ABA

Deixei propositalmente o tempo passar um pouco pra falar do lançamento do conjunto de 5 guias lançado pelo Comitê de Branding da ABA, durante o evento ABA Branding 2011.

Os livretos são exatamente: Glossário Essencial de Branding, Guia de Identidade Visual e Naming, Guia de Como Contratar uma Empresa  de Design Gráfico, Guia de Pesquisa de Branding e Guia de Proteção de Marca.

Realmente acho q a iniciativa vem em ótimo momento para o mercado. Cada vez mais a marca é o fator de relevância e diferenciação entre as empresas nessa economia aquecida, portanto os profissionais responsáveis precisam aprender o q pedir e o q esperar do serviço tb.

Versão online em breve no site da entidade.

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Semelhanças nas formas

Pra mim foi impossível não associar imediatamente o símbolo da linha de televisão da Samsung, Smart, com o Gmail no instante q vi.

As formas são realmente semelhantes. Nada q signifique plágio. Mas q a referência foi, no mínimo, próxima, ah isso foi! Fica aí pra sua própria análise.

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Entrevista de Ronald Kapaz para o programa Executivos por Excelência

 

O fundador da Oz Design fala de sua experiência no mercado de design para o programa da Rádio Bandeirantes.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Via Na Bagagem.

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É a cara do pai! – por Cris Tolovi

Que eu me lembre, a primeira vez que eu vivenciei uma customização, de certa maneira, foi na escolha do meu primeiro carro: Cor? Ar? Direção? Vidros elétricos?  Mas tudo demorava uma eternidade para acontecer.

A popularização do termo customizar ou personalizar, ocorreu na moda. “Customize sua camiseta, seu tênis, sua calça jeans. Olha que incrível, tudo do seu jeitinho”. E quando tudo parecia ter saído de moda, eis que a cada dia aparece uma possibilidade inusitada.

Um clássico (e extremo) exemplo, é a loja American Girl. Pensar nessa loja, na verdade, me dá um certo calafrio. #medo  Além de customizar a própria boneca (raça, cor de olhos, cabelos, modelito etc), a criança ainda pode comprar a sua roupa igual à da boneca e ir tomar um chá da tarde, em um salão com cadeiras paras as bonecas sentarem tb. Isso, só pra começar a descrever a gingantesca loja, que oferece inúmeras possibilidades de bitolação, ops, quer dizer interatividade. Visitei a loja de Chicago e saí meio zonza de lá.

Mas, quero mesmo é citar alguns dos últimos exemplos que vi por aí e achei muito bem-vindos e bacanudos.

Na conceitual Colette, de Paris, você pode fazer sua própria frangrância de perfume e (mais uma vez na vida) ficar com seu próprio cheiro! O frasco é clean & cool e vai com o seu nominho impresso no rótulo descritivo.

A marca de cosméticos Prescriptives, deixa você montar seu próprio creme facial. #uau Primeiro você define o tom exato da sua pele, para depois adicionar o que mais te interessar: Filtro-solar, anti-aging, hidratante, oil control, tonificante e por aí vai. Você registra o seu “blend” e depois pode mandar fazer de novo, pela internet mesmo.

Olha aqui em baixo, em detalhe, alguns ingredientes.

Meu amigo Pedro, que voltou da Alemanha há pouco, me contou de seu site preferido para tomar café da manhã: MyMuesli. Lá você escolhe a base do seu cereal (Crunchy & Oat, Tropica, Chocolate Dream etc – sim, eles estão trabalhando naming, direitinho!), fortifica ao seu paladar, adiciona frutas secas, depois ainda pode colocar nuts e sementes e depois (de novo depois já que são muitas etapas!) tem extras incríveis como Organic Gummi Bears e Sultan Chocolate! A experiência de compra é realmente deliciosa, mas não se empolguem muito, pois ainda não entregam aqui no Brasil.  :(

Adorei a ideia porque assim eu não precisaria mais ficar caçando as uvas-passas do bowl do meu filho. Em outras palavras, aquela sensação muito comum, de que algo ainda poderia ser melhor, em determinado produto, praticamente desaparece.

Nestes casos que ocorre, é que realmente a experiência de compra passa a ser única. A empresa proporciona às pessoas (gosto sempre de lembrar que o consumidor é uma pessoa) a possibilidade de ter acesso a um produto de alta qualidade, sem deixar de lado o aspecto de exclusividade. Em alguns casos, adicionado ao “hand made”, até preços acessíveis.

Acho meio feio saber que as marcas ficam buscando um em apelo emocional, mas isso que elas tanto almejam é alcançado, pois nestes casos o sentimento de propriedade é grande. Naturalmente as marcas passam a conhecer melhor a preferência das pessoas e tem a oportunidade de fidelizá-lo.

E pensando um pouquinho fora da caixa, mas ainda falando de emoção, acho mesmo que essa maneira criativa como as marcas estão possiblitando a customização de seus produtos é bem punk, pois remete à famosa atitude rebelde, que é o DIY, do termo inglês Do It Yourself! – ou seja, é um “Deixa que eu faço do melhor do meu jeito$^&#%%1@*!!” Quer maior liberdade de expressão, de prateleira, do que essa?  ;)

E claro, a medicina genética também quer a sua fatia dos customisáveis!!! #muitomedo

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Para Competir Estrategicamente – por Cesar Queiroz

 

Saiu o mais novo artigo do nosso camarada e colaborador belorizontino, Cesar Queiroz – sócio e brand thinker da 2DA Branding & Design.



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Artigo sobre gestão de marcas

 

A revista Harvard Business Review do mês de agosto traz um excelente artigo sobre nossa área. “Sua marca está sendo realmente gerenciada?” (no site para assinantes), escrito por Rômulo Pinheiro (África) fala da abrangência desse ativo para as empresas. Imperdivel!

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Aba Branding 2011

Estivemos no Fórum Internacional organizado pela Aba dias 23 e 24 de agosto, em São Paulo.

Antes de entrarmos no conteúdo, gostaria de ressaltar q, na minha visão, a organização na recepção, o material entregue e o local (apesar de algumas reclamações pela distância) foram excelentes – somente o áudio de uma ou outra palestra deixou a desejar, pois as apresentações estavam nos notes dos palestrantes e não reunidas em uma máquina só.

O primeiro dia começou com a apresentação da pesquisa Top Brands/Aba para medir as forças das marcas. Apesar da apresentação ter deixado a desejar, a pesquisa traz dados bem interessantes para o mercado nacional. Como o crescimento das marcas Samsung e LG, deixando Sony para trás.

Na sequência tivemos o painel da Abedesign: o papel do design na construção de marcas. Com a participação de Ronald Kapaz (Oz Design), Cláudio Hirata (Future Brand), Ricardo Leite (Crama Design) e moderação da Ellen Kiss (ESPM). A conceituação feita pela Ellen para abrir o painel foi muito boa. Tivemos a apresentação do case da Penalty pelo Kapaz, Eudora pelo Hirata e GloboNews pelo Leite. Sobre os dois primeiros já falamos aqui, o terceiro foi o melhor de todos, muito bem construído e embasado. Peço permissão para um parênteses aqui: a forma de pensar do diretor da Crama me surpreendeu. É muito parecida com a forma q eu penso marca. Fecha parênteses. Para terminar o painel, o debate deixou muito claro como as consultorias/agências/estúdios sofrem com a falta de coragem dos clientes e não sabem trabalhar esse fator, o q nem sempre leva para os melhores caminhos no desenvolvimento da marca.

Após o almoço tivemos a apresentação do case da Natura. É complicada a missão de apresentá-lo, pois muito já foi dito sobre. Foi bacana, apesar de bastante focado em comunicação.

Na continuação tivemos um debate sobre o papel das marcas num cenário de mudanças, com apresentação de Luciano Deos (Gad) e Jaime Troiano (Troiano) com moderação de Rafael Sampaio (Aba). Deos trouxe uma visão de marca integrada com o contexto macroeconômico e Troiano colocou os cuidados para uma marca nos momentos de fusão e aquisição em 12 tópicos.

Após o coffee break, tivemos a apresentação do case de reposicionamento do mercado de vinhos brasileiros no mundo. Na minha opinião o melhor do dia. Andréia Milan (Instituto Brasileiro do Vinho) e Julio Moreira (Top Brands) fizeram uma dobradinha bacana cliente-consultoria na explanação. Show de bola!

Ação do Google no break

O segundo dia começou com a única palestra internacional do Fórum. Kimberly Orton da Effective Brands de New York falou sobre o desafio da globalização de marcas de países emergentes, e começou me deixando em dúvida se ela havia nos subestimado ou se estávamos em um nível de maturidade do assunto semelhantes. Foi uma apresentação importante pra abrir os olhos de diversas empresas q buscam o mercado externo. O ferramental exibido e a visão de construção de marca em diversas culturas foram os pontos altos.

Prosseguindo, tivemos uma surpreendente apresentação do case da Vivo pela diretora da companhia Cristina Duclos. A anfitriã (o evento foi no teatro da Vivo) contou detalhes sem nada esconder, revelando ainda detalhes q acontecerão: como a substituição da Telefônica pela marca brasileira e alguns novos produtos.

Logo após a diretora de estratégia da Interbrand no Brasil, Daniella Bianchi apresentou o estudo de cidadania corporativa realizado pelo escritório. Eu já tinha visto, mas é sempre muito bom. Vale a pena dar uma conferida no site.

Após o almoço foi necessário retomar a agenda de compromissos particulares q me impediram de ver a sequência do evento (incluindo a palestra da prof. Martha Gabriel q estava louco pra ver).

Posso resumir q o evento foi bem bacana (talvez um pouco longo pra quem não pode se ausentar 2 dias no trabalho) pra reunir o mercado em torno do assunto. Principalmente vindo de uma instituição mantida basicamente para os anunciantes/clientes. Afinal, o branding está (de verdade) dentro das empresas e não nas consultorias.

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Propósito de marca

 

Desconheço a existência de algo mais importante para a estratégia q o propósito de uma marca.

Esse vídeo da BrightHouse mostra bem isso. Show!

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A mancha do trabalho escravo

Não é somente a Zara q está sofrendo com isso. Gigantes e aclamadas, como Nike, Apple, Adidas, já levaram o mesmo golpe. Se começarmos a listar, o negócio fica complicado.

Existe até uma “lista suja” de empresas envolvidas nesse tipo de prática (é só dar um Google nesse termo). Eu disse envolvidas pq não há com descolar as companhias de seus fornecedores. Eles são parte integrante do processo, por isso tb é necessário ter muito cuidado nessa escolhas. São como uma extensão, colaboradores agregados ao negócio. Por isso, vc já pensou se seu fornecedor compactua com seus ideais?

Quando eu fiquei sabendo do caso Zara estava, por coincidência, utilizando uma camiseta da marca. Juro q me senti um pouco financiador disso. Hj, ao escolher uma roupa, já olhei esquisito para as da Zara. Com a Nike minha relação é distante um pouco tb por causa disso. Posso listar um tanto de marcas de tênis q já comprei desde a adolescência, certamente não me lembro de nenhum dessa marca.

Enfim, tô querendo chegar na seguinte questão: quem é q vai boicotar iPads, iPhones, Air Max, ou grifes q tb entraram nessa recente investigação (Ecko, Gregory, Billabong, Brooksfield, Cobra d’Água e Tyrol)? Quem vai deixar de abastecer num posto ou em outro? Quem vai desfazer o negócio da casa própria? E o pior: quem é q daqui há algumas semanas não vai esquecer disso? Nesse caso eu tb não me garanto.

O necessário caminho da empresa pelo lucro deve ser feito com muito cuidado. Não adianta cortar custos em troca da vida das pessoas. Além de ser um ato abominável, certamente alguém vai descobrir e repassar a história. E manchar uma reputação, mesmo q falsa. Não é muito mais simples uma gestão dos terceirizados a partir da plataforma de marcas, alinhando-os com suas crenças, princípios, valores e essência?

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Na hora de comemorar o gol

 

O ápice de uma partida de futebol é, apesar do modelo ‘empateiro’ da atualidade, o gol. Ali q os jogadores atingem os objetivos e os torcedores apaixonados deliram.

 

Diversos grandes jogadores eternizaram esse momento ímpar em suas comemorações. Pelé, o maior de todos, com seu soco no ar, Sócrates corria com o punho fechado em riste, seu irmão Raí sincronizava o salto com um soco, Neto jogava-se de joelhos, Viola trazia toda sua irreverência (a imitação do porco é inesquecível), Ronaldo apontava o dedo, o religioso Kaká levanta as mãos e agradece aos céus, mais recentemente os meninos da Vila sempre inventavam uma dancinha. Enfim, os exemplos são inúmeros.

 

Cheguei ate aqui pra falar sobre a ação controversa da Rede Globo, através do seu semanário Esporte Espetacular, do João Sorrisão. Eles conseguiram interferir nos momentos mais importantes das partidas (pra quem não soube: quem fizesse um gol e imitasse o João Sorrisão na comemoração ganhava um boneco). Isso, aparentemente, entusiasmou tanto os boleiros q tinha até goleiro comemorando defesa de pênalti. Muito mais q isso, os filhos, q antes pediam um gol aos pais, certamente passaram a pedir o boneco tb. Quer motivação maior?

Por ser uma opção do jogador (e não imposição) e apesar da terrível homogeneização, achei a ação excelente e muito bem estruturada, além de dar uma baita dor de cabeça para as emissoras rivais.

Agora, porém, atingida pela “padronização” do momento (e a falta de criatividade), a própria emissora mudou o formato da promoção. Será q, na verdade, uma ação desse tipo tb não tem q saber a hora de parar?

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Shampoo do boi

Costumo dizer q devemos sempre estar atentos, pois é assim q sempre aprendemos coisas novas. Pois bem, voltei a praticar inglês e outro dia, durante uma aula, surgiu a palavra ‘ox’ num texto. Desconhecendo o significado, todos pedimos a tradução e foi uma surpresa geral saber q era ‘boi’. Tá bom q ‘bull’ é mais pra touro, mas é a forma q estamos mais acostumados.

Sabendo disso consegui fazer a conexão pra uma marca: OX Cosméticos. O produto, feito a base de tutano de boi, traz tb no nome do ‘principal fornecedor’ de sua matéria prima. Além disso, hj a marca pertence ao Grupo Bertin – holding q nasceu no segmento pecuarista.

Foi tão surpreendente pra mim saber o motivo do nome dessa marca, q em minha percepção tinha uma aura delicada, q me motivou a fazer um post exclusivo!

E falando dessa tradução, lembrei de outro caso: a farmacêutica brasileira Aché. A escrita (apesar do acento q não pronunciamos) sempre me remete ao inglês ‘ache’, q significa dor. Bem apropriado para o segmento, né?

Enfim, inusitados ou coincidências, identidades, sejam visuais ou verbais, sempre tem uma alta carga de simbologias e significados.

Mas pais ≠ país e amem ≠ amém. Por isso fazer a gestão da marca é tão importante. Precisamos fazer com q essas representações sejam constituídas (e lembradas) por boas emoções.

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Sobre a nova embalagem do Guaraná Antarctica

Realmente o projeto da Narita Design para a nova latinha do guaraná mais famoso do país está excelente. A mudança no tom do verde é providencial, para deixar com um aspecto mais moderno, e a luz por traz da marca passa o conceito de energia com clareza (sem trocadilhos).

Agora me passa uma questão pela cabeça: seria essa mudança um alinhamento com seu novo energético, o Fusion?! Vejam só:

Além da proximidade visual, ele ainda carrega o endosso do guaraná. Seria interessante acompanhar essa reestruturação do portifólio. Ficaremos de olho!

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Nova identidade visual da TV Cultura

A rede de televisão aberta brasileira, famosa pelo seu caráter educativo e cultural, muda o seu visual.

O resultado do projeto, realizado pela AlmapBBDO em parceria com a Vetor Zero, é show de bola (já está no ar?!). Trouxe um ar mais lúdico e acolhedor para a marca. Além disso, apostaram na transição gráfica das fases do dia – há cores e texturas diferentes para as vinhetas acompanhando o horário da programação. Um recurso bem bacana q pode ser visto logo abaixo.

Manhã:

Tarde:

Noite:

Uma revitalização mais q merecida e muito bem executada.

Até q enfim surge algo interessante no mercado nesse ainda letárgico segundo semestre.

Uma dica do camarada Bruno “Wibo” Capella, via IdeaFixa.

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Parceria estratégica no mercado de branding

 

A 2DA Branding & Design, empresa sobre a qual já falamos diversas vezes aqui, anunciou parceria com a empresa americana de branding com foco na área esportiva Forty Forty Agency.

Esse acordo associa expertises na busca de melhores soluções para empresas q queiram investir no país durantes os eventos esportivos (Copa das Confederações 2013, Copa do Mundo 2014, Copa América 2015 e Jogos Olímpicos 2016).

Uma ótima perspectiva para marcas q desejam aproveitar a exposição para fomentar seus negócios por aqui.

Mais informações podem ser encontradas no release.

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A colaboração

 

Atualmente estou muito interessado por esse tema. Acredito q compartilhar (e tudo aquilo q privilegie a coletividade) é o futuro. Por isso compartilho esse excelente vídeo:

Sugestões e indicações são (muito) bem vindas via twitter e fb!

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A novidade de ontem

Ontem, na volta pra casa, me deparei com um enorme outdoor (isso ainda existe!) contendo um QR (Quick Response) – aquele código de barras para ser escaneado por celulares.

Logo me ocorreu uma dúvida: será q as pessoas criaram e aprovaram isso pela inovação ou pela interação?

Sem querer adivinhar, vou focar em meu primeiro questionamento. Mas antes de tudo, para alinhar o assunto, gostaria de abrir um parênteses: Ribeirão Preto é a “cidade de serviços” com os piores prestadores de serviços q já tive contato. Apesar da economia ser baseada nesse segmento (o agronegócio mesmo acontece em outras cidades da região), não há esforço para o melhor atendimento e a entrega básica da promessa. Fecha parênteses.

“Inovar” com algo q já foi usado do mesmo modo (propaganda) no Brasil (lá em 2007) é complicado. Mas talvez não para esse mercado q está inserido. Eu tenho a real sensação q, apesar de Ribeirão Preto ser uma cidade com alta capacidade e estar em uma região repleta de oportunidades, as coisas demoraram mais pra chegar até aqui (pelo menos na nossa área). E isso é culpa das pessoas – daquelas q criam e daquelas q aprovam. Das primeiras por dar, muitas vezes, preferência por aprovar algo rápido, pelo valor da produção e veiculação, ao invés de apostar e defender influências de vanguarda ou em algo mais alinhado com o contexto da marca. De quem aprova por muitas vezes não dar abertura e/ou ratificar ideias diferenciadas (mesmo qndo parcimoniosas). Das duas pela resistência (e insistência).

Lógico q isso não se estende a todas. Percebo lapsos em algumas empresas, como a Rebellion (ainda não conheço, mas a iniciativa do Social Web Day foi interessante) e a Ow - não conto a Commgroup pois considero-os um player maior, com abrangência internacional.

Isso me remete a um caso q vivi. Certa vez, ainda morando em São Paulo, fiz um freela para um cliente daqui – salvo engano, tb no ano de 2007. Montei todo conceito da comunicação baseado em sustentabilidade. Não foi surpresa a não aprovação. Surpresa foi ver, dois anos depois, as empresas falando no tema como se fossem pioneiras.

Será q ainda é possível sacudir essa poeira? Talvez falte um CoolHow aqui!

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