A semana de branding mais aguardada chega à sua oitava edição.
Tive oportunidade de ir em 2007 e posso garantir q mudou minha visão sobre gestão de marcas. Baita experiência!
Já fez sua inscrição?!

A semana de branding mais aguardada chega à sua oitava edição.
Tive oportunidade de ir em 2007 e posso garantir q mudou minha visão sobre gestão de marcas. Baita experiência!
Já fez sua inscrição?!

E não é q os concorrentes (Coca x Ambev) fizeram ações muito semelhantes para homenagear as mamães. As duas com mães de juízes de futebol.
Esperamos q venham com mais criatividade no próximo ano, né!?
Todo ano o Logo Lounge publica em seu site um estudo de tendências de logo para o ano.
Veja as 15 categorias do relatório desse ano:
. Agrupamento de ícones:

. Sobreposições transparentes:

. Aquarela:

. Formato de batata frita:

. Anáglifos:

. Foco seletivo:

. Malha/Trama:

. Traçado branco:

. Broto:

. Casca:

. Esfera entalhada:

. Aplicativo:

. Mosaico:

. Arcos torcidos:

. Cousin series:

Informações detalhadas de cada uma delas vc encontra aqui.

Realmente ainda não sei como está rolando essa mudança. Num dia havia a lata da esquerda na minha geladeira, dias depois a reposição já foi com o modelo novo. Mas gostei da transição (talvez só pq eu goste do refrigerante?! hahahaha).
Achei interessante esse limpa q deram no visual geral da embalagem – não foi somente trocar o DIET pelo ZERO, foi uma reformulação total. Inclusive a parte q me deixou mais feliz foi o ‘retorno’ do ‘limonada’ logo acima da marca do fabricante. Sério! Apesar de ter ficado uma massa de texto muito grande com SODA LIMONADA ANTARCTICA ZERO.
No geral, a nova versão consegue trazer a percepção de refrescância q o segmento sugere com mais clareza. Vamos aguardar a versão regular (não-light) pra ver como é q fica isso.
Foi a partir de um artigo publicado na HBR, se não me engano, de dezembro q despertei minha atenção pra esse movimento de algumas empresas, especialmente na França, em trazer os clientes (ou potenciais) para um plano mais pessoal (vale a leitura do artigo).
Lembro q fiquei boquiaberto (santa ignorância a minha) com o foco de investimentos e atenção de empresas como Nespresso France para o atendimento telefônico. E, lendo o artigo, vi realmente o qnto é importante.
“Na França”, diz Arnaud Deschamps, presidente da Nespresso France, “quando tem um problema a pessoa prefere o contato humano… prefere ir direto à loja ou ligar”.
Semana passada vi 3 ações q logicamente envolviam mais pessoas ao redor, mas eram exclusivamente focadas em apenas 1 indivíduo. Curiosamente duas delas ocorreram na França.
Olha como a Nívea France surpreende a consumidora q acaba de provar seu produto.
A Tic-Tac, apesar de chamar a pessoa de bafuda, fez um bela produção.
Falando em produção, veja o q a TNT fez em sua divulgação.
Canso de falar q criar engajamento é (muito) mais importante q apenas a exposição. A equação <testemunho de celebridade sobre atributos do produto OU vídeo engraçadinho + veiculação com razoável frequência na Globo>, q consome centenas de milhões de dinheiros, já era. Os fatos mostram bem isso. Dá uma olhada na quantidade de visualizações dos vídeos no Youtube.
Pra quem mesmo assim duvida do efeito, a ação da TNT realizada na Bélgica, por exemplo, já é, segundo o Blue Bus, o segundo comercial mais compartilhado da história.
Quem é q precisa gastar milhões pra atingir alguns poucos gatos pingados se é possível alcançar o mundo todo com uma ação bem feita impulsionada pela internet?

O início do texto do Saulo Mileti no Brainstorm#9 sobre essa mudança já resume bem essa alteração:
O Multishow tomou vergonha e mudou a identidade.
Realmente eles precisavam tomar uma providência contra essa elipse datada, né? A tipografia tb não tinha mais nada a ver com a representatividade do canal hj. A cor até q passava…
O Multishow por muitas vezes foi taxado como uma opção à MTV, seu maior concorrente. E, mesmo com apenas um ano de diferença na criação deles, a versão musical da Globosat conseguiu emplacar, ganhar notoriedade e certa independência há pouco tempo. Logicamente q ser uma extensão de entretenimento da Rede Globo ajudou muito – os 20 minutos a mais de BBB logo após o programa na TV aberta já rendeu recordes de audiência para o canal. Toda essa reformulação, essa cara nova q encontraram (posicionamento?), já não “ornava” mais com aquele visual ultrapassado.
Agora sim, a identidade tem aderência com a empresa, com o serviço. Com uma solução gráfica relativamente simples, conseguiram deixar o canal com uma cara bem mais contemporânea, de acordo com o meio q nos proporciona, por exemplo, programas q revelam bons nomes para o humor ou uma transmissão completa do Lollapalooza no Brasil.
A paleta de cores é bem completa e auxiliam no desenvolvimento (e reconhecimento) das vinhetas.

Será q esse “MSW” pega? Eu acho bom – me passa uma sensação aparente de equilíbrio na tipografia.

Enfim, eu gostei bastante. E a lição mais valiosa desse caso é q não existe um tempo pré-definido para revisar uma marca. O importante é perceber a situação “pedindo” essa alteração e ela ser coerente com tudo isso sem perder a essência.

Muito interessante a programação desse curso q associa assuntos q tem tudo a ver, em uma abordagem exclusiva.
Vale conhecer a programação completa e outras informações aqui. O vídeo abaixo dá uma ideia de tudo q vai rolar lá:
Concepção e organização da Managic.

Como adiantamos aqui em agosto de 2011, a Telefonica virou Vivo.
Uma mudança no nome da empresa já era sondada desde 2009. Na época, falava-se na globalização da marca Movistar.
Acho q agora a conta fechou. Mudar para Vivo foi, aparentemente, uma decisão acertada.
A espanhola precisava espantar entre outros fantasmas, o ranço de ex-estatal, a fama de serviço ruim, as panes do Speedy…
Esse é mais um case de empresa com maior poder econômico tendo sua marca suprimida por uma empresa de poderio financeiro menor mas com um ativo intangível forte.
Vamos ver se, além do nome e logo, eles mudam a postura tb.
Agora sim os amigos cariocas tb tem acesso, na própria cidade maravilhosa, ao curso pioneiro e único em branding.

Início dia 04 de maio, aulas as sextas (19h às 23h) e sábados ( 8h às 18hs)- turma quinzenal
Local: Espaço Ideal Eventos, Rua Santa Luzia, 760, Centro – Rio de Janeiro
Maiores informações e inscrições:http://www.riobrancofac.edu.br/site/Pos_Graduacao_MBA/MBA_Branding_Rio/
Informações pelos tel: (11)4613-8431 / 3879-3105 (falar c/ Tatiana ou 0800-165521
E-mail: pos.graduacao@riobrancofac.edu.br

Sim! O programa dominical mais amado (???) dos brasileiros mudou sua identidade. E sim, eu percebi assistindo. “Ô loco, meu!!!!”
O império “Hans Donnico” mantém o padrão 3D metalizado brilhoso. Mas pelo menos agora tem mais leitura. Coincidência ou não com o processo q envolve o apresentador, a marca deu uma emagrecida. Aquele ‘S’ barrigudo era feio demais, assim como a ligatura forçada entre o ‘U’ e o ‘T’. Essa última bizarrice, porém, permanece.
A cor do fundo q suporta a marca melhorou bem – aquele céu era quase religioso, né? – ficou mais contemporânea. No geral, só de dar mais leitura, a mudança é boa.
Entretando encontramos essa marca ao acessar o site do programa:

“Mais do q nunca”, na minha visão é a melhor das 3 mostradas aqui. Pq será q não usam essa?!

A compra de direito do uso de nome é uma estratégia utilizada para atrelar empresas/produtos à eventos, geralmente culturais e esportivos. A expressão está bastante em evidência por conta da busca insana de uma empresa q aceitasse essa condição para o Itaquerão. Em vão, pois o nome popularizado, principalmente através da imprensa, já pegou.
Uma questão q restringe demais essa excelente oportunidade de apoio em nosso país é a negativa da Globo, inegavelmente a maior audiência do país, em divulgar o nome dos patrocinadores. A política da emissora carioca reza que só podem citar nomes de empresas que tem acordos comerciais com eles. Portanto é possível dizer Toyota, BMW, Ferrari, mas evitam falar Red Bull, Rexona (vôlei), Arena Kyocera (na época), Copa Santander Libertadores, Paulistão Chevrolet 2012…
Pois enquanto uns tem poucos, outros tem demais. A Indy, evento norte americano q tem sua etapa anualmente no Brasil, tem em seu nome 2 patrocinadores. E me assustou justamente qndo ouvi no rádio uma chamada para a “Itaipava Indy Trezentos Nestlé”. Achei bom pelo lado comercial, porém extenso demais pra criar qualquer tipo de vínculo ou lembrança.
Definitivamente não acho legal. Pra mim esse é um trabalho de caráter estratégico para qualquer instituição, e colocar isso a prova de achismo e gosto pessoal é uma heresia. Nem todo mundo sabe (e nem precisa saber) o q uma identidade traduz.
Mas aí vem uma ação dessas num momento adequado. E pagamos a língua!
Liechtenstein é um principado europeu q fica entre a Áustria e a Suíça, com pouco mais de 30 mil habitantes, e q resolveu delegar ao seu povo a decisão de sua nova identidade visual. Se fossemos levar pela primeira impressão, seria uma lástima. Mas qndo vc olha para as opções, percebe q não há muito como errar. Confira:

Logicamente q, antes de chegarem até o pleito, as opções passaram pelo crivo de jurados especialistas na área. As únicas coisas q pedem q a população leve em consideração na hora da escolha são as cores nacionais, os princípios e valores básicos da nação.
Agora vamos aguardar para saber qual será o eleito pelos liechtensteinenses. Alguém aí tem um favorito?
Via I Love Green.

Hj o partido faz 90 anos de história. Independente de questões políticas e/ou ideológicas, é realmente uma data para se comemorar.
Ontem vi uma chamada na TV e me chamou atenção essa marca comemorativa de 90 anos, com ‘PC do B’ na fonte LeviBrush. Fica a dúvida: é apenas comemorativa mesmo ou vai ser mantida após os festejos?
Eu não gosto de marca q utiliza apenas a tipografia, digamos, pura. Acho q é perder uma oportunidade de se apropriar de um elemento forte de identidade para o logo. Podem começar de uma base pura, mas precisam ser customizadas – mesmo qndo são “fontes fantasia”.
Enxergo uma busca pelo rejuvenescimento da marca e acho q essa versão até atinge isso, mas sem personalidade. Apesar q a antiga, dura e geométrica, tb não cola mais, né!?
Vamos aguardar pra ver…
Tempos chatos esses em q a patrulha do politicamente correto está alerta a todo segundo. É muita imposição de regra, muito “drauzio-varellismo” para nossos fígados metabolizarem. Definitivamente não gosto disso. E fica pior qndo isso chega até a comunicação – nem vou falar de comédia, pq acho um absurdo e não vem ao caso.

Olha o caso do anúncio acima, do azeite Gallo. Pode não ser um primor de criação, mas tb não é caso de preconceito racial. Ou quer dizer q palavras como escuro, negro, preto serão excluídas do nosso vocabulário cotidiano? E tem outra coisa: alguém já viu segurança de terno cinza, branco, bege? É bem provável q não. No geral, seguranças utilizam ternos pretos, no máximo azul escuro. Dizer q o vidro escuro traria segurança ao consumidor, pois preserva a qualidade, é até uma homenagem a esses profissionais q trabalham duro pra assegurar a ordem. Achar q isso é algum tipo de referência à cor de pele soa, pra mim, uma baita viagem.
Pra mim, esse filme da Hope foi um dos mais injustiçados. Ao meu ver é genial, mas foi taxado de sexista. Enfim, cada um veste a carapuça q serve. Continuo achando uma ótima sacada com bom humor.
Por fim vem esse do churrasco vegetariano da Antarctica Sub Zero. A tal da válvula q “processa o subzero” já vem aparecendo há algum tempo. Se está dando certo, é justo continuar. Sinceramente não vejo nada contra os vegetarianos ali. Achei ruim. Criativamente ruim (existe isso?). Mas longe de ser um desrespeito aos anti-carnívoros. Apenas tentaram fazer algo engraçadinho, mas q não deu certo.
Acho q o problema todo não está na concepção da comunicação, mas em nossa cultura atual. Ficamos preocupados com ofensas tão pequenas enquanto muita coisa grande continua esquecida e acontece embaixo do nosso nariz. Cabe a nós, comunicadores, ficar atentos a esse tipo de movimento – assim como qualquer outro q uma sociedade faça – para não cair em armadilhas, mesmo quando em posse de desenvolvimentos valiosos.
Oficina bacana de Design Thinking em Curitiba.

…
Área de atuação: Design, engenharia e Marketing.
Investimento: R$ 250,00
Data: 28 de março de 2012
Horário do curso: 8h30 às 18h
Local: CIETEP – Laboratório de Criatividade I Av. Comendador Franco 1341, Jardim Botânico, Curitiba PR.
Acreditamos q a ferramenta é mais completa (e mais fácil para leigos como eu) para manutenção de um blog.
O layout atual está um pouco poluído e fora do q espero, mas com tempo alteramos.
Bola pro mato!!!

Falamos do assunto em janeiro de 2011. Já faz um ano! E agora, segundo o Comunicadores, parece q vai mesmo.
As percepções estão lá no post antigo.
É aguardar!